Negócios da China
Por Alisson Eduardo Maehler*
Há algum tempo os meio de comunicação vêm tratando a questão do crescimento da economia Chinesa. Há um alerta no ar de que tal crescimento pode nos afetar sobremaneira, em especial à nossa cambaleante economia. Fatores como o grande mercado interno de consumo, a mão-de-obra barata e abundante e o crescimento acelerado de suas exportações (que estão na marca de 600 bilhões de dólares por ano, perante cerca de 120 bilhões do Brasil em 2005) fazem da China a provável potência do século XXI. Especialistas em política já prevêem que a bipolarização de força se dará entre a China e os EUA, a primeira ocupando o lugar que antes era da Rússia. Grandes empresas brasileiras já se deram conta dessa questão, ao contrário das pequenas. O que se propõe neste artigo é justamente chamar a atenção dos pequenos e médios empresários sobre esse problema, já que competir com um país com estas proporções é de fato uma dificuldade, até mesmo para países desenvolvidos.
A questão não é mais como seremos afetados: isso é inevitável, o difícil é saber quando isso irá acontecer mais efetivamente. Alguns poderão dizer que estamos longe dos grandes centros e que tal competição não irá nos atingir. No entanto, esta é uma constatação falsa: a competição é global, em todos os setores e imediata, além de se acentuar a cada dia. Isso leva à seguinte pergunta: como estamos nos preparando para o futuro - neste caso, como nossas pequenas e médias empresas - estão se preparando para o futuro? O quanto se está investindo e em que áreas? Está se “arrumando a casa”? Como bem coloca a Revista Exame (Edição 859, de janeiro de 2006) “uma pequena empresa hoje tem de enfrentar não apenas concorrentes nacionais, mas também gigantes dos EUA e China. Quem quer se manter no jogo tem que aprender a produzir mais, melhor e por menos”.
A competição também não é mais só entre empresas ou entre setores, mas entre países. O ponto a ser pensado nessa situação é que a preparação e o planejamento são essenciais para uma batalha dessa magnitude, pois a reação, quando ocorre, já não é mais tão eficiente. O grande general chinês Sun Tzu, a mais de 2.000 anos, já afirmava, relacionando tais aspectos à guerra, que para se vencer deve-se dar especial importância ao planejamento e ao estudo para a luta. Comentando sobre pontos fortes e fracos a serem explorados na estratégia de guerra, o autor destaca também a importância da inovação e da liderança. Para Sun Tzu “de uma maneira geral, quem primeiro ocupar o campo de batalha estará à vontade. Quem chegar mais tarde ao local e imediatamente se atirar para o combate, já estará cansado”.
Do mesmo modo, Sun Tzu expõe a necessidade de se mudar as estratégias, de se inventar coisas novas, ao comentar que “assim, após ter conseguido uma vitória, não lhe repetirei a tática, mas corresponderei às circunstâncias em formas de infinitas variedades”. Portanto, não esperem que a ameaça nos pegue de surpresa, sob forma da entrada de uma leva de produtos chineses que ameacem os nossos mercados: preparem-se agora, hoje, planejem, conheçam e preparem-se ao combate que certamente virá.
A questão não é mais como seremos afetados: isso é inevitável, o difícil é saber quando isso irá acontecer mais efetivamente. Alguns poderão dizer que estamos longe dos grandes centros e que tal competição não irá nos atingir. No entanto, esta é uma constatação falsa: a competição é global, em todos os setores e imediata, além de se acentuar a cada dia. Isso leva à seguinte pergunta: como estamos nos preparando para o futuro - neste caso, como nossas pequenas e médias empresas - estão se preparando para o futuro? O quanto se está investindo e em que áreas? Está se “arrumando a casa”? Como bem coloca a Revista Exame (Edição 859, de janeiro de 2006) “uma pequena empresa hoje tem de enfrentar não apenas concorrentes nacionais, mas também gigantes dos EUA e China. Quem quer se manter no jogo tem que aprender a produzir mais, melhor e por menos”.
A competição também não é mais só entre empresas ou entre setores, mas entre países. O ponto a ser pensado nessa situação é que a preparação e o planejamento são essenciais para uma batalha dessa magnitude, pois a reação, quando ocorre, já não é mais tão eficiente. O grande general chinês Sun Tzu, a mais de 2.000 anos, já afirmava, relacionando tais aspectos à guerra, que para se vencer deve-se dar especial importância ao planejamento e ao estudo para a luta. Comentando sobre pontos fortes e fracos a serem explorados na estratégia de guerra, o autor destaca também a importância da inovação e da liderança. Para Sun Tzu “de uma maneira geral, quem primeiro ocupar o campo de batalha estará à vontade. Quem chegar mais tarde ao local e imediatamente se atirar para o combate, já estará cansado”.
Do mesmo modo, Sun Tzu expõe a necessidade de se mudar as estratégias, de se inventar coisas novas, ao comentar que “assim, após ter conseguido uma vitória, não lhe repetirei a tática, mas corresponderei às circunstâncias em formas de infinitas variedades”. Portanto, não esperem que a ameaça nos pegue de surpresa, sob forma da entrada de uma leva de produtos chineses que ameacem os nossos mercados: preparem-se agora, hoje, planejem, conheçam e preparem-se ao combate que certamente virá.
* Alisson Eduardo Maehler é Mestre em Administração (UFSM) e Professor Assistente na área de Administração na UFPel
