23 de mai. de 2009
24 de abr. de 2009
Trote Solidário
8 de dez. de 2008
Diretoria Executiva 2009
Abaixo, a nominata da nova diretoria.
Diretora-Presidente: Endaira App. Dalécio dos Santos
Diretor de Finanças: Eduardo da Rosa Schneider
Diretora de Projetos: Débora F. Secco
Diretora de Recursos Humanos: Betânia I. Kunde
Diretora de Comunicação e Eventos: Narelize Carvalho
Diretora de Marketing: Bárbara Neves de Brito
Os novos diretores seguem à frente da Emad Jr. até o fim do ano que vem.
A eles, desejamos boa sorte e muito sucesso!!
17 de nov. de 2008
Network EJs Célula Sul
Várias atividades foram programas, entre elas a apresentação da FEJERS para aquelas empresas que não a conhecem, bem como oferecer ajuda e contato para todas que necessitam.
O Encontro será organizado em paceria entre a EJ UCPel e a Emad Jr., da UFPel.
Todos os componentes das EJ's da Zona Sul do Estado estão convidados. As empresas que se interessam em participar, por favor entrem em contato e confirmem a presença.
Por fim acreditamos que esse network sirva de meio para fortalecer não só o MEJ mas também cada EJ com a troca de informações, conhecimentos e experiências.
Contamos com a presença de cada um.
( emadjr@yahoo.com.br, deborafsecco@hotmail.com ou endaira_santos@yahoo.com.br)
14 de nov. de 2008
Curso de Marketing Pessoal e Planejamento de Carreira
17 de abr. de 2008
De volta aos clássicos: revendo Henri Fayol
Alisson Eduardo Maehler
Frequentemente, a literatura de gestão, especialmente aquela voltada ao consumo executivo, lança uma série de autores e fórmulas de administração, denominados popularmente de “gurus”. Os mesmos buscam a venda de seus conhecimentos a um público que procura novidade, gerando o que muitos autores chamam de “modismos gerenciais”.
O intuito deste ensaio é realizar uma reflexão quanto às práticas de criação de esteorótipos organizacionais, especialmente por parte de certos “gurus” a que se referem Parker e Ritson (2005), aliada à necessidade de uma análise profunda, cuidadosa e contextual dos autores clássicos da Administração. Segundo os autores, novas teorias e práticas de administração se configuram em “modismos” que são distribuídas e promulgadas por consultores, autores e palestrantes que legitimam suas ações demonstrando que tais idéias aumentam a produtividade organizacional. No entanto, há uma preocupação quanto à validade de tais modismos para a teoria e a prática administrativa.
Faz-se necessário, então, que haja a adoção, em nosso ponto de vista, de uma visão mais aprofundada dos problemas organizacionais e suas fontes. Isso pode se dar, entre outras formas, consultando os clássicos que deram origem à moderna teoria da Administração. Embora a noção de “clássico” possa remeter a uma visão de passado, ultrapassado, entendemos que o mesmo pode servir como uma base sólida para a análise e interpretação de problemas organizacionais atuais e futuros. Um exemplo que será dado a seguir é quanto à novas interpretações e à retomada dos estudos de Henry Fayol, autor que criou as bases para a organização da empresa moderna.
Kilduff e Dougherty (2000), em um interessante ensaio editorial, apontam 3 razões para a consulta aos clássicos. Entre outros, consideram que tal retorno ao passado propicia uma libertação do presente imediato, além de alargar nosso horizonte teórico para outras possibilidades. Saímos de nossa visão limitada, atual, para uma análise de um contexto que já passou, e que muitas vezes volta a acontecer. Os autores ilustram melhor esta idéia nos vendo como questionadores em um processo hermenêutico, onde incorporamos textos passados com novos textos e novos questionamentos. Os textos clássicos, desta maneira, propiciam um conjunto comum de conceitos, teorias e idéias, sobre as quais podemos fazer nosso pensar administrativo.
Não obstante, muitos teóricos clássicos são rotulados como ultrapassados, ou esteorotipados, sendo associados a imagens que não correspondem à verdade. As dificuldades de tradução[1], de consulta aos originais, as más interpretações e a necessidade de brevidade e síntese geram imagens distorcidas que podem levar ao abandono de certos autores. Parker e Ritson (2005) chamam a atenção a este fato, em um artigo que aborda os modismos, esteorótipos e os gurus administrativos, numa tentativa de resgatar dois autores clássicos mal compreendidos, Henry Fayol e Mary Follet.
Fayol, que nasceu na França em 1841 e teve grande parte de sua carreira ligada ao setor industrial, é frequentemente esteorotipado, especialmente por aqueles que julgam sua obra como sendo tayolorista[2], ou velha ou porque é muito baseada na prática e na observação empírica. Na verdade, Fayol não é seguidor de tal abordagem e há muita pouca referência sua à obra de Taylor. Suas idéias complementam a obra do mesmo, não sendo, pois, igual. Tal visualização, que vê Fayol, como sendo Taylorista, gera uma má interpretação de suas idéias, relegando-o muitas vezes a um segundo plano dentro das modernas teorias administrativas. Gerar esteorótipos sobre conceitos de Fayol gera um risco de perda de algo que pode muito bem ser aproveitado atualmente.
Mas o resgate de Fayol não se dá apenas por uma questão de justiça histórica. A verdade é que muitos de seus conceitos podem ser utilizados nas modernas organizações. Tal pressuposto é assumido por Fells (2000), o qual julga sua obra como sendo relevante e apropriada aos tempos atuais, mesmo tendo sido escrita no início do século passado. Para o autor, os cinco elementos de administração de Fayol (planejamento, organização, coordenação, comando e controle) são gerais e resistem ao passar dos anos. A idéia de flexibilidade a adaptação, por exemplo, advogada como sendo um conceito “moderno”, já estava presente na obra do autor francês. Além disso, Fells (2000), ao citar Archer (1990), observa que este último faz uma ligação entre o atual sucesso japonês à aderência aos preceitos de Fayol.
Concordando com Fells (2000), que julga que todos os modelos de administração, incluído estudos de Fayol, são válidos e legítimos atualmente, sendo pontos de vista diferentes a problemas em comum, entendemos que é necessária a consulta e o suporte propiciados pelos autores clássicos. Retomando as discussões dos gurus organizacionais, os quais muitas vezes dizem rejeitar os elementos mais tradicionais da Administração, Fells (2000) aponta importantes ligações e semelhanças entre certos gurus, com Mintzber, Kotter e Hales e os estudos e conceitos de Fayol. Alguns elementos possuem mais aderência que outros entre “modernos” e “clássicos”, mas ainda assim estão ligados.
Apesar de diferenças quanto a linguagem, abordagem ou mesmo a perspectivas, os estudos de Fayol continuam válidos e até mesmo utilizados por autores mais recentes (FELLS, 2000). Assim, a discussão entre moderno e clássico perde importância, a nosso ver, pois ambas podem ser utilizados como suporte para a pesquisa administrativa. No entanto, é preciso que hajam estudos criteriosos, aprofundados e cuidadosos em ambos os lados, especialmente no que tange à metodologia empregada, ao grau de confiabilidade do estudo, à validação dos argumentos e à qualidade dos enunciados/ conceitos.
Por fim, os estudos clássicos são essenciais para a compreensão dos problemas administrativos atuais, pois remetem à uma perspectiva histórica, enriquecedora quanto à observação de experiências bem sucedidas do passado, desde que livres de preconceitos, esteorótipos ou más interpretações, compreendidas dentro de seu contexto e seu tempo.
Com base no conteúdo tratado anteriormente, gostaríamos de questionar até que ponto os modismos influenciam as empresas e se há um progressivo abandono dos estudos clássicos e ao mesmo tempo em que há uma massificação de estudos “da moda”?
Referências
FELLS, Michael J. Fayol stands the test of the time. Journal Management History, Vol. 6, N. 8, 2000.
PARKER, Lee D.; RITSON, Philip. Fads, steorotypes and management gurus: Fayol and Follet today. Management Decision, Vol. 43, N. 10, 2005.
KILDUFF, Martin; DOUGHERTY, Deborah. Change Development in a pluralistic worl: the view from the classics.
[1] A obra de Max Weber, por exemplo, sobre a Teoria da Burocracia, só chegou a ser estudada nos Estados Unidos a partir da década de 1940, em parte porque sua obra não havia sido ainda traduzida do alemão para o inglês. In: PERROW, Charles. Complex organizations: a criticas essay. New York, McGaw-Hill, 1986.
[2] Taylorista: Estudos provenientes de Frederick Taylor, engenheiro americano que no começo do século passado implementou uma série de mudanças em oficinas e posteriormente em empresas industriais. Tais estudos, envolvendo uma “cientificação” da administração, influenciaram sobremaneira o estudo dessa disciplina. Mais informações podem ser obtidas em: PEAUCELLE, Jean Louis. From Taylorism to post-Taylorism simultaneosly pursuing several management objectives. Journal of Organizational Change Management. Bradford, vol. 13, 2000.
15 de abr. de 2008
D'Olho na Qualidade

Desde o ano de 2007 a Emad Jr. vem se enquadrando no projeto da Qualidade Total, dando os primeiros passos com a inserção do projeto 5S como um controle de Qualidade e ferramenta para chegar no nível que queremos da Qualidade.
Este ano, junto com o Programa 5S e adesão ao PGQO, foi criado um Comitê de Qualidade, sendo uma intersecção das Diretorias de Projeto e Recursos Humanos, nomeando o processo para a busca da Qualidade Total e mantenimento da mesma durante os anos de D'Olho na Qualidade.
Os integrantes da empresa já tiveram um curso de Qualidade ministrado pela professora orientadora Kátia Gomes, e terão treinamentos e cursos ministrados no dia 24/04 e 26/04, relacionados com o Programa 5S, Qualidade nos Processos e Padronização.